O homem, desde que é homem, faz guerra. Na antiguidade, houve guerras em nome do expansionismo. Na idade média e na moderna, os grandes conflitos foram pautados na ambição humana. Na idade contemporânea, a 1ª e a 2ª Guerras Mundiais marcaram todo o mundo. Nesse traçado histórico brevíssimo, mais de 100 bilhões de homens foram dizimados. Mais de 100 bilhões de indivíduos morreram em guerras, em nome de uma ideologia, em nome de uma promessa. O homem, essa espécie dita racional, já fez guerra até mesmo pela paz. Mas que tolice esta: a maior arma pacificadora da humanidade se chama “guerra”. E se não bastasse, o ser humano ainda traça guerras cotidianas com o seu próprio “eu” – luta e reluta. Até parece que o homem já nasceu com armadura. Contudo, uma coisa que essa espécie insiste em não aprender é que não se conquista paz com guerra e que lutar contra o seu próprio “eu” demanda muita – muuuuuuita – sanidade.

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